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FRIO X PET

JUL 16, 2019

POR Nayla Glaser

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Esfriou né??

Você sabia que cães e gatos também sentem frio?! Não é só porque eles tem uma camada de pelos que eles estão protegidos do frio né?

E como nós eles também precisam de cuidados na época mais fria do ano.

Então vem comigo que vou te dar algumas dicas bem legais para proteger seu melhor amigo do frio.

Há  pessoas que gostam e há as que se sentem incomodadas com o período. O mesmo acontece com os cães e gatos, já que algumas raças estão mais adaptadas ao inverno que outras e assim como ocorre com os seres humanos, os pets também ficam mais vulneráveis a algumas doenças.

E para garantir a saúde dos nossos pets temos que tomar alguns cuidados.

 

Local de dormir – A exposição ao frio é altamente prejudicial aos animais de estimação, principalmente os de pelo curto; pois são poucas as espécies de cães preparadas para resistir a temperaturas muito baixas, como o São Bernardo, Akita, Husky Siberiano, Samoieda, Bernese, Chow Chow, entre outros…

Para os animais que dormem fora de casa, no quintal, os proprietários devem adotar o uso de roupas e casinhas (que podem ser de madeira, plástico ou papel reciclado), que posicionadas de maneira oposta às correntes de ar, protegem muito do frio.

Já os animais que dormem dentro de casa, podem ser acomodados em caminhas e roupinhas também.

Nos dois casos, o uso de colchonetes e de edredons são boas opções para aumentar a proteção e o aconchego.

 

Alimentação –  O ideal é aumentar em cerca de 20% a porção de alimento durante o inverno, pois o gasto energético é maior, tanto dos animais adultos, quanto dos filhotes. É válido lembrar que esse aumento só é indicado para animais que estão em forma. Cães e gatos obesos devem continuar recebendo sua porção habitual de ração. Lembrando que esse aumento deve ser acompanhado pelo médico veterinário de confiança.

 

Banhos e tosas –  Para garantir a saúde dos cães durante o inverno, também é importante reduzir a frequência dos banhos, que podem passar de semanais para quinzenais, sempre feitos no horário mais quente do dia: das 11h às 15h.

Secar o animal com o auxílio de um secador de cabelos morno; não sair com o cão logo após o banho, para evitar choques de temperatura; manter os pelos dos animais mais longos nesta fase do ano e evitar definitivamente os banhos em dias muito frios.

E se o sol sair, não pense duas vezes e leve seu cão para um passeio, só que em horários seguros: antes das 10h ou após às 16h. Adotar o uso de roupinhas durante o passeio, se necessário.

 

Comportamento – Fique sempre atento as mudanças de comportamento do seu pet. Caso o pet esteja encolhido em um cantinho da casa, é muito provável que ele esteja precisando de um bom cobertor para se aquecer. Tremores também são características comuns em cães e gatos não aquecidos. Normalmente, casos como esses acontecem quando os pequenos saem de casa, já que do lado externo a temperatura acaba sendo ainda menor.

 

Vacinação – Cães e gatos que estão com as vacinas em dia correm menos risco de ficar doentes.

No caso dos cães, as doenças mais comuns nessa época do ano são as viroses, como a traqueobronquite ou “tosse dos canis”, cujos sintomas lembram muito o resfriado humano, como febre, apatia, tosse, coriza e espirros.

Se não cuidadas, a doença pode evoluir para quadros mais graves, com infecções secundárias provocadas por bactérias, como a pneumonia.

Nos gatos, a doença ataca também o sistema respiratório, como secreção nasal e ocular, espirros, dificuldade respiratória, apatia, febre, –  a vacinação previne o surgimento da doença.

Além das doenças respiratórias, animais idosos também podem apresentar sintomas osteoarticulares em função do frio, principalmente se já sofrem de artrose ou hérnia de disco, que provocam mais dores nesse período do ano.

 

Lembre-se:

Apesar de existir raças que podem tolerar as baixas temperaturas, a grande maioria dos cães e gatos têm o frio como o pior inimigo.

Garantir o bem-estar do seu melhor amigo é essencial, lembre-se de mantê-lo aquecido, bem alimentado e vacinado, e qualquer sinal suspeito, leve-o imediatamente ao médico veterinário.

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