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TIPOS DE RELAÇÕES

SET 26, 2018

POR FABIANA SECCHIS

VIVA BEM - DESTAQUE - MENTE

Existem vários tipos de relações, e cada uma tem uma essência própria, um laço que une ou que amarra

Na nossa vida existem vários tipos de relações já pararam para pensar?

Hoje a nossa mentora e parceira Fabiana Guntovitch contou um pouco sobre cada uma delas.

 

“Que tipo de relação você tem na sua vida? Se fosse fazer uma estatística, onde se enquadrariam a maioria delas?

Existem vários tipos de relações, e cada uma tem uma essência própria, um laço que une ou que amarra… Segue uma listinha básica:

Relações por sobrevivência.

Relações com objetivos bem definido. Sobrevivência e independência. Capazes de inflar o ego com gás Helio dependendo to tamanho do Networking de quem as cultiva. São as relações comerciais ou ainda, aquelas nas quais estamos vinculados a alguém por necessidade financeira e não por vontade própria.

Relações por obrigação.

São aquelas com as quais não temos afinidades, não criamos vínculos mas apenas porque faz parte de algum “pacote”, seguimos nos relacionamos. Normalmente não temos nenhum interesse no outro, mas seja para agradar a quem amamos, ou por alguma outra necessidade, estamos obrigados a nos relacionar, com mais ou menos freqüência.

Relações virtuais.

Aquelas nas quais acompanhamos a vida do outro, e as vezes até sabemos mais da vida dele do que de parentes próximos. Curiosidade, exposição ou posicionamento perante algum tema inicialmente nos ligam`a algum desconhecido virtualmente. Elas são sempre superficiais? Não necessariamente… Nesse caso a intensidade e a intenção na relação é o que a define.

Relações por laços sanguíneos.

Já ouviram a máxima que diz que o sangue fala mais forte? É uma verdade. Por mais que a relação seja ruim, escassa, sem muitas afinidades, não interessa, quando o bicho pegar, essas relações ressurgem das cinzas se necessário for, e se fazem presentes. Esse vinculo é o único que não se desfaz jamais.

E se essa relação for também uma opção, wow, daí ela é linda, espetacular! O problema é que muitas vezes as pessoas da família contam com a certeza desse vinculo e se esquecem que se a relação não for leve, amorosa, sem cobranças, e gentilezas, elas se tornam desagradáveis, e daí vira aquela obrigação chata que temos que cumprir todo Natal.

Relações por ocasião ou afinidade.

Essas são muito divertidas, são as relações que acontecem por um tempo, por uma fase, podem até ser intensas por um curto período. Elas são leves, alegres, não tem tempo quente, nelas ninguém divide as dores e as tristezas. Curtimos a companhia enquanto dura, e depois de um tempo perdemos contato. Fica apenas a lembrança agradável de um tempo divertido no passado.

Relações por amor.

As relações por amor, aquelas que mais apreciamos, que mais buscamos na nossa vida. São relações que nasceram de uma relação por sobrevivência, por laços sanguíneos, por ocasião ou afinidade, virtualmente, ou até por obrigação mas que por algum motivo nos tocaram de uma maneira muito especial. São essencialmente transformadoras, capazes de transmutar energias, de nos alegrarmos num dia difícil. Pode ter acontecido através de um colo ou ombro amigo num momento de fragilidade, ou por uma afinidade tamanha que a pessoa não precisa nem falar nada que já sabemos o que está pensando ou aprontando. Pode ser do tipo que evitamos frequentar velórios juntos porque até lá acabaríamos falando besteira e caindo na gargalhada, pode ser do tipo que começou com um frio na barriga e foi crescendo até não podermos mais imaginar ficar longe dessa pessoa. O que elas tem em comum? Elas foram construídas, foram regadas, adubadas, nutridas e preservadas. Podemos até passar anos sem ver uma pessoa com a qual construímos uma relação de amor que quando nos virmos novamente será como se nenhum tempo tivesse passado. Porque o amor é assim. Ele demanda vontade, atenção, carinho, gentileza, empatia, generosidade e compaixão para tomar forma e se fortalecer, mas uma vez vivo, basta alimenta-lo, seja pela presença no coração ou pela convivência. Não há duvida de que esta relação, de que esses laços invisíveis tem origem numa dimensão da qual não temos consciência ou prova da existência, mas no fim das contas, é o que podemos levar de melhor dessa vida e nessa vida.

O ato de escrever esse texto foi um ato de amor, de compartilhamento de amor. Para que pensemos um pouquinho mais sobre nossas relações, sobre o que estamos cultivando ou deixando de construir. Para aumentar a nossa consciência e sair do automático por uns minutinhos.

E se você se deu ao trabalho de ler até o fim, significa que você valoriza as suas relações, e isso é maravilhoso!

Um VIVA às relações por amor!!!!”

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