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VINHO ROSADO

ABR 12, 2019

POR FABIANA SECCHIS

VIVA BEM - ANOTA AÍ

Nos dias mais quentes sempre preferimos bebidas mais refrescantes, e para os amantes de vinho isso não é diferente. Sabe quando sentamos em algum bar ou restaurante no final de semana para um almoço que começa mais tarde? O vinho rose mais suave é um dos mais pedidos para acompanhar uma boa salada, ou um peixe e até mesmo uma massa levinha, se tornando o queridinho do verão, mas ele não é muito valorizado acreditam?

Nós aqui do VBM adoramos saber curiosidades sobre coisas que apreciamos. Já fizemos curso de café, já fomos em um curso de culinária, em vinículas, etc. Então hoje o nosso amigo e super entendido do assunto Dario Taibo contou uma coisa bem curiosa sobre ele.

 

Segundo Dario:

“O rosado vive numa espécie de limbo entre o tinto e o branco. É tido como vinho sem caráter e de segunda categoria. No Brasil, é ignorado nas melhores cartas dos melhores restaurantes. Os tintos e brancos importados pelas maiores importadoras do país conta-se por milhares; o rosado, por unidades. Por quê? Porque ele é mal compreendido, porque é desconhecido, porque está sendo julgado como pato, quando na verdade é um cisne. Um cisne porque tem a valentia do tinto, a delicadeza do branco e a densidade de nenhum dos anteriores. É o vinho mais difícil de fazer – são poucos os bodegueiros que se atrevem a tanto. É um vinho que não pode ser conseguido, arrumado, corrigido ou atualizado com cortes. É o último elo na cadeia do aficionado de vinho, que majoritariamente entra nesse mundo pelo branco ou espumante, passa para o tinto, volta para o branco e termina com o rosado.”

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